Assessoria em demandas contenciosas, bem como na atuação consultiva e preventiva.

Guilherme Fonseca - Advogado

Inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil - em São Paulo (OAB/SP), sob o n⁰ 476.733

Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).

Pós-graduado em Direito Processual Civil pela Escola Brasileira de Direito.

Estudos na CITY - University of London em Londres, na Inglaterra - English Law and Legal Method.

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GUIA COMPLETO PARA O PROCESSO DE DIVÓRCIO NO BRASIL PASSO A PASSO E DICAS ESSENCIAIS

O divórcio pode parecer um processo complicado, mas entender cada etapa e saber o que esperar pode tornar tudo mais simples. Este guia oferece um passo a passo detalhado para o divórcio no Brasil, com dicas práticas e informações legais para ajudar você a navegar por esse momento delicado com mais facilidade. 1. Entenda os Tipos de Divórcio No Brasil, há dois tipos principais de divórcio: consensual e litigioso. O divórcio consensual ocorre quando ambos os cônjuges chegam a um acordo sobre todos os termos, como divisão de bens, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Já o divórcio litigioso é necessário quando há desacordo entre as partes, exigindo intervenção judicial para resolver as disputas. Imagine o divórcio consensual como uma negociação amigável, enquanto o litigioso é mais parecido com um conflito que precisa ser resolvido no tribunal. 2. Reúna a Documentação Necessária Para iniciar o processo de divórcio, é fundamental reunir todos os documentos exigidos. Isso inclui certidão de casamento, documentos de identidade, comprovantes de residência, e, se aplicável, documentos sobre bens e dívidas do casal. Se houver filhos menores, certidões de nascimento e documentos relacionados à guarda e pensão também são necessários. Ter esses documentos organizados ajudará a acelerar o processo e evitará contratempos. 3. Escolha o Advogado Certo Um advogado especializado em Direito de Família pode fazer uma grande diferença no seu processo de divórcio. Esse profissional ajudará a entender seus direitos, a negociar acordos e a garantir que todos os aspectos legais sejam cumpridos. Procure um advogado com experiência e que ofereça um atendimento personalizado, considerando suas necessidades e expectativas. 4. Protocole o Pedido de Divórcio O pedido de divórcio é formalmente apresentado ao juiz através de uma petição inicial. No divórcio consensual, a petição é acompanhada do acordo assinado pelas partes. No divórcio litigioso, a petição deve detalhar as razões do pedido e os pontos de discórdia. O Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) estabelece as normas para a tramitação desses processos, garantindo que os direitos de ambas as partes sejam respeitados. 5. Realize a Audiência de Conciliação Para divórcios consensuais, geralmente há uma audiência de conciliação onde o juiz verifica se todas as questões foram resolvidas de forma justa e equilibrada. Se houver filhos menores, o juiz avaliará se o acordo atende aos melhores interesses das crianças. No divórcio litigioso, a audiência de conciliação pode ser usada para tentar resolver as disputas antes do julgamento. 6. Partilha de Bens e Dívidas Durante o divórcio, é essencial dividir os bens e dívidas adquiridos durante o casamento. Isso pode incluir imóveis, veículos, contas bancárias e até mesmo dívidas de cartão de crédito. O regime de bens do casamento (comunhão universal, parcial, separação total ou participação final nos aquestos) determinará como essa divisão será feita. Por exemplo, no regime de comunhão parcial, bens adquiridos durante o casamento são divididos igualmente. 7. Defina a Guarda e Pensão dos Filhos Se o casal tem filhos menores, é crucial decidir sobre a guarda e a pensão alimentícia. A guarda pode ser unilateral, onde um dos pais tem a responsabilidade principal, ou compartilhada, onde ambos os pais participam ativamente da criação dos filhos. A pensão alimentícia deve cobrir as necessidades básicas da criança, como alimentação, educação e saúde. 8. Finalize o Divórcio e Registre a Sentença Após o juiz homologar o acordo ou proferir a sentença no divórcio litigioso, é necessário registrar o divórcio no cartório de registro civil. Esse registro oficializa a dissolução do casamento e é essencial para a atualização de documentos e a realização de novos contratos. Verifique se todos os detalhes estão corretos para evitar problemas futuros. 9. Cuide das Questões Pós-Divórcio Depois do divórcio, é importante atualizar documentos pessoais, como identidade e CPF, e, se necessário, modificar contratos e registros bancários. Além disso, verifique a necessidade de modificar o plano de saúde, especialmente se o ex-cônjuge estava incluído no plano. Essas ações garantirão que todas as questões relacionadas ao divórcio sejam resolvidas adequadamente. 10. Busque Apoio Emocional O processo de divórcio pode ser emocionalmente desgastante. Procure apoio de amigos, familiares ou até mesmo de um terapeuta para ajudar a lidar com as emoções e o estresse. Lidar com a mudança pode ser mais fácil quando você tem suporte emocional adequado. Clique no ícone abaixo e converse com um advogado especializado em pensão!

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PENSÃO ALIMENTÍCIA. QUAL O VALOR?

A questão do valor da pensão alimentícia é uma das mais delicadas e frequentemente controversas no âmbito do Direito de Família. A pensão alimentícia, estabelecida para prover as necessidades essenciais de quem dela necessita, requer uma avaliação criteriosa para determinar um montante justo e equitativo. 1. Necessidades do Beneficiário: O primeiro ponto a ser considerado na fixação do valor da pensão é a análise das necessidades do beneficiário. Isso inclui despesas básicas como alimentação, moradia, educação, saúde e demais custos essenciais para garantir uma qualidade de vida adequada. 2. Capacidade Financeira do Alimentante: Concomitantemente, é essencial avaliar a capacidade financeira do alimentante. O valor da pensão deve ser estabelecido de maneira proporcional à capacidade de pagamento do responsável pelo pagamento, evitando que a obrigação se torne excessiva e prejudicial. 3. Cálculo: A legislação brasileira não estabelece uma fórmula específica para calcular o valor da pensão alimentícia. Ou seja, não existe um mínimo, nem um máximo pré-definidos. Também não existe nada na lei que determina que a pensão tem que ser 30% dos rendimentos, por exemplo. A fixação é orientada por critérios subjetivos e objetivos, demandando uma análise detalhada do caso para assegurar a justiça na determinação do montante. Um advogado especializado pode entender a sua realidade e te ajudar com isso. 4. Revisão em Caso de Mudanças: O valor da pensão não é uma sentença imutável. Em situações de alterações significativas nas condições financeiras das partes, seja do alimentante ou do beneficiário, é possível pleitear a revisão do valor para adequá-lo à nova realidade. 5. Despesas Extras e Específicas: Além do valor da pensão regular, despesas extraordinárias, como tratamentos médicos específicos ou atividades educacionais especiais, também devem ser consideradas e, se necessário, debatidas e incluídas em acordo. – Assessoria Jurídica: Em face da complexidade dessas questões, a consulta a um advogado especializado em Direito de Família é crucial. O profissional orientará sobre as nuances legais, assegurando que o valor da pensão seja justo e em conformidade com as condições e necessidades de ambas as partes envolvidas. Clique no ícone abaixo e converse com um advogado especializado em pensão! …

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